Trabalhamos com conteúdos relevantes para o empresário rural e geramos valor para sua marca.

A Revista Plasticultura trabalha para levar conhecimento, unindo os elos da cadeia agrícola, nos mundos real e virtual.

Porque anunciar?

Porque assinar?

A Revista Plasticultura trabalha para levar conhecimento , unindo os elos da cadeia agrícola, nos mundos real e virtual. Nossos editores e colunistas estão no cotidiano dos empresários rurais, mesmo nos locais mais distantes, através das redes sociais.

Trabalhamos com informação relevante para o empresário rural, através das distribuidoras e revendas, com a entrega de exemplares impressos de nossas edições, no balcão de lojas agropecuárias e eventos, em todo o Brasil.

CONTEÚDO

CREDIBILIDADE

ÉTICA

Alguns anunciantes

HUB de Tecnologia e Gestão

Um Hub de Inovação na agricultura é um espaço físico ou virtual que reúne atores do setor agrícola, como agricultores, pesquisadores, empresas e governo, para promover a inovação.

Vantagens de Participar

ACESSO A TALENTOS E INOVAÇÃO

NETWORKING ESTRATÉGICO

VISIBILIDADE E MERCADO

Nossa missão é catalisar a transformação digital e sustentável do setor, promovendo a colaboração entre produtores, startups, instituições de pesquisa e investidores.

Método de Identificação do Grau de Gestão

Relatórios Setoriais de Gestão que serão elaborados periodicamente por nossa equipe de especialistas.

Perguntas Frequentes

Leitores e Assinantes

Como receber a Revista Plasticultura em PDF?

Como receber a Revista Plasticultura em PDF?

Sim, a distribuição digital é gratuita para leitores cadastrados.

Sim, desde que respeitados os direitos autorais e sem fins comerciais.

Entre em contato pelo telefone (11) 91287-5070

A publicação é bimestral

Entre em contato pelo telefone (19) 99797-4710

Em revendas agropecuárias, cooperativas e na Ceasa Campinas. Ou na feira Hortitec/Holambra em nosso estande no setor Azul.

Consulte nosso índice de publicações por edição e por temas.

É uma publicação anual da Revista Plasticultura que traz todas as empresas que atuam na cadeia do plástico agrícola, inclusive revendas, instituições de pesquisa e prestadores de serviços de apoio como laboratórios de análises diversas. Abrange desde as matérias primas plásticas, filmes, produtos para irrigação, hidroponia, silagem, mulching, vasos e até outros insumos como fertilizantes, substratos e pesticidas.

Revista Plasticultura

Qual a principal vantagem do uso de mulching plástico em hortaliças?

O mulching plástico reduz a evaporação da água, controla plantas daninhas, melhora a temperatura do solo e aumenta a produtividade. Em culturas como tomate e morango, pode elevar a produção em até 30%.

Sim, mas não necessariamente de forma negativa. O microclima criado pode favorecer microrganismos benéficos. O manejo adequado (rotação e retirada correta) é essencial.

Depende da espessura e da qualidade do material, mas geralmente varia entre 6 e 18 meses.

Sim. Estufas permitem controle de temperatura, umidade e luminosidade, resultando em flores mais uniformes e com maior valor comercial.

Sim, pois reduzem sombras e melhoram a distribuição da luz, aumentando a eficiência fotossintética.

Por meio de embalagens e atmosfera modificada, que aumentam a vida de vaso e reduzem danos mecânicos.

Sim, especialmente em frutíferas de alto valor como morango, melão e uva. Ajuda no controle de umidade, sanidade e reduz incidência de ervas daninhas.

Sim. Barreiras físicas reduzem o contato com pragas e doenças, diminuindo a necessidade de aplicações.

Sim. Terreiros suspensos com cobertura plástica ou estufas solares melhoram a qualidade e reduzem riscos climáticos.

Sim, evitam contato com o solo, reduzindo contaminação e perdas.

Por meio de embalagens leves, resistentes e reutilizáveis, que reduzem perdas e custos de transporte.

Sim, aumenta a estabilidade da carga e reduz avarias durante o transporte.

Depende do manejo. Quando reciclado ou reutilizado corretamente, pode ter menor impacto ambiental do que alternativas menos eficientes.

É o reaproveitamento dos materiais após o uso, transformando resíduos em novos produtos.

Uso de materiais reciclados, logística reversa e otimização do uso (maior durabilidade).

Sim, ao aumentar produtividade, reduzir perdas e otimizar recursos como água e insumos.

Comparando o custo do material com o aumento de produtividade e redução de perdas.

Sim, programas agrícolas e linhas de crédito sustentáveis podem contemplar essas tecnologias.

Por meio de embalagens que controlam gases e umidade, prolongando a vida útil.

Tecnologia que ajusta os níveis de oxigênio e CO₂ dentro da embalagem para retardar o amadurecimento de frutas ou amarelecimento de flores.

Sim, significativamente — em alguns casos, perdas podem cair de 30% para menos de 10%.

HTG (Hub de Tecnologia e Gestão)

1. Como a HTG se conecta com os produtores de cultivo protegido?

A HTG é uma Hub de Inovação e tecnologia especializado em Agronegócio com foco no Cultivo Protegido (Estufas e Telados). Nosso objetivo é conectar produtores, empresas de tecnologia (AgTechs) e especialistas para identificar desafios reais e co-criar soluções que impulsionem a produtividade e a sustentabilidade no setor. Atuamos como um facilitador de conhecimento e inovação aplicada.

Participar das ações da HTG oferece acesso exclusivo a:
Conhecimento de Ponta: Workshops e palestras com especialistas líderes do setor.
Networking Qualificado: Conexão direta com outros produtores e decisores do mercado.
Inovação de Primeira Mão: Testes e apresentações de novas tecnologias (AgTechs) validadas para o seu tipo de cultivo.
É a sua porta de entrada para se manter à frente no mercado.

A participação em nossas ações é feita por meio de convite ou inscrição prévia em nossa lista de interesse. Para garantir sua vaga ou receber as notificações, basta preencher o nosso formulário de contato [Link para Formulário/Newsletter] ou enviar um e-mail para htg.holambra@gmail.com Priorizamos produtores que se alinham aos nossos temas de inovação atuais.

MIGG (Método de Identificação do Grau de Gestão)

1. O que é o MIGG?

O MIGG (Método de Identificação do Grau de Gestão) é uma ferramenta de autoavaliação desenvolvida para identificar o nível de gestão de propriedades rurais e empresas do agronegócio. Seu objetivo é transformar produtores rurais em empreendedores rurais, aumentando a competitividade, a sustentabilidade e a profissionalização da atividade agrícola.

O principal objetivo do MIGG é apoiar a melhoria contínua da gestão agrícola, permitindo identificar pontos fortes, fragilidades e ações corretivas para aumentar a eficiência econômica, ambiental e social das propriedades rurais.

O MIGG foi desenvolvido pelo Eng. Agrônomo Antonio Bliska Júnior em sua tese de doutorado na Universidade Estadual de Campinas. Seu escopo foi ampliado com apoio de outras instituições como Instituto Agronômico de Campinas-SAA/SP, FAPESP, CNPq e FUNDAG.

O método utiliza um questionário simples composto por 64 perguntas objetivas, com respostas “sim” ou “não”. Cada resposta gera uma pontuação que permite classificar a propriedade em nove níveis de maturidade gerencial.

O MIGG avalia oito critérios principais:

  • Estratégias e Planejamento;
  • Liderança;
  • Clientes;
  • Sociedade;
  • Informação e Conhecimento;
  • Pessoas;
  • Processos;
  • Resultados.

Níveis elevados indicam propriedades com gestão estruturada, uso de tecnologias, planejamento estratégico, controle de processos, preocupação ambiental e foco em resultados sustentáveis.

Não. O método já foi adaptado para:
• café;
• flores e plantas ornamentais;
• frutas;
• hortaliças.
Também pode ser expandido para grãos, pecuária e outros segmentos agropecuários.

Sim. O sistema foi desenvolvido justamente para ser simples, rápido e de baixo custo, permitindo uso por pequenos, médios e grandes produtores rurais.

Não necessariamente. O MIGG foi concebido para autoavaliação. Porém, cooperativas, associações, técnicos agrícolas, consultores e serviços de extensão rural podem auxiliar produtores com menor acesso à informação.

O método incorpora aspectos ambientais, sociais e de governança (ESG), incentivando:
• uso racional de agroquímicos;
• reciclagem de resíduos;
• conservação ambiental;
• valorização das pessoas;
• eficiência produtiva;
• uso racional da água e energia.

Sim. O MIGG avalia práticas relacionadas ao uso, reutilização, descarte e reciclagem de plásticos agrícolas, alinhadas aos princípios da economia circular.

Sim. Após a avaliação, o sistema fornece recomendações de ações corretivas classificadas em:

  • imediatas;
  • intermediárias;
  • de longo prazo.

Sim. Após a avaliação, o sistema fornece recomendações de ações corretivas classificadas em:

  • imediatas;
  • intermediárias;
  • de longo prazo.

Sim. Os dados gerados podem subsidiar políticas públicas, programas de extensão rural, treinamento técnico e pesquisas científicas voltadas ao desenvolvimento sustentável do agronegócio.

O método melhora a organização interna das propriedades, reduz desperdícios, fortalece o controle de processos e facilita o acesso a mercados mais exigentes e rentáveis.

Sim. O método foi validado cientificamente por meio da metodologia de Grupo Focal e aplicado em propriedades agrícolas brasileiras.

O banco de dados conta com mais de 1.100 propriedades cafeeiras, além de produtores de flores, frutas e hortaliças, avaliados em diversos estados brasileiros.

Sim. O método pode ser adaptado às características produtivas, climáticas e culturais de diferentes regiões do mundo.

Mais informações podem ser obtidas no portal oficial do MIGG da FUNDAG:

MIGG FUNDAG

Também há publicações científicas e técnicas disponíveis em:

Artigo científico sobre o MIGG na revista Agronomy

Revista Plasticultura – Março/abril 2025 – ED96.

Entre em Contato