Bunge, Santander e TNC querem um futuro melhor para o agronegócio

Enquanto o tempo dos poderes públicos do governo e Estado ficaram lentos demais, a velocidade do mundo, que faz acontecer, segue na velocidade da luz.

Novidades geniais ocorrem e convocam profissionais do agronegócio que já sabem como agir. Não existe mais o futuro como decorrência do presente. Ao contrário: é o presente que vira decorrência do futuro.

A Bunge, uma das gigantes mundiais do comércio de commodities, ao lado do Banco Santander e com a presença de uma ONG, a The Nature Conservancy (TNC), estão anunciando um mecanismo de crédito de longo prazo voltado diretamente para a aquisição e conversão de terras agrícolas no cerrado.

Esse financiamento objetiva a expansão de soja e grãos em áreas já abertas, e objetiva produzir em terrenos degradados sem que haja a derrubada de vegetação nativa ou de uma só árvore se quer.

 

No cerrado existe muitas áreas já abertas, degradadas e com baixíssima utilização, muitas vezes só com gado, com menos de 1 boi por ha, e ali está um extraordinário novo celeiro mundial de alimentos.

A Bunge, o Banco Santander e a ONG TNC abriram uma rodada piloto com US$ 50 milhões de dólares. A intenção do projeto é contratar isso até junho de 2019 com prazo de 10 anos e juros em torno de 6 a 11% ao ano, irá depender da avaliação caso a caso.

Enquanto focamos a discussão no campo da política pública, agentes do setor privado seguem a marcha do desenvolvimento.

50 milhões de dólares; não se trata de um dinheirão, mas sem dúvida, um início muito interessante para aquisição de fazendas. Investir dentro de padrões de sustentabilidade, e já criando o novo futuro agora.

Produzir sem destruir e tirar uma só árvore sequer.

Fonte: Pixabay

O presente é o resultado do futuro. Tudo fora disso ficou lento demais e nem vai sair do lugar.

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